
sábado, 9 de março de 2013
sexta-feira, 8 de março de 2013
Livro: O pescador, o anel e o rei
Ilustrações: Denise Rochael
Editora: Lê
Atividades:
Primeiro foram tirados do baú os seguintes objetos para que eles descobrissem o nome da história: chapéu, rede, anel, coroa.
Primeiro foram tirados do baú os seguintes objetos para que eles descobrissem o nome da história: chapéu, rede, anel, coroa.
Preparando a turma com a rede para eles movimentarem-na na hora da cantiga:
Contação da história:
Pescaria adaptada:
Equipe vencedora:
Parte da história que eles mais gostaram:
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
Livro: Eu não vou sair daqui!
Ilustrações: Ben Cort
Editora: Ciranda Cultural
Atividades:
Contação da história:
Sequência narrativa:
Desenho do que a criança
imaginou, antes de saber o final da história, ser o que estava
causando tanto medo em todos os personagens do livro:
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013
quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
Chapeuzinho Vermelho
Conto Clássico(Adaptação): Chapeuzinho Vermelho
Atividades desenvolvidas:
* Música “Chapeuzinho Vermelho pela estrada”-Braguinha.
* Contação da história
* Interpretação textual através do jogo "Corrida até a casa da Vovó", com perguntas pertinentes ao texto.
Algumas perguntas do jogo:
- Quais são os personagens da história?
- Por que Chapeuzinho Vermelho recebeu esse nome?
- O que a mãe de Chapeuzinho Vermelho pediu para ela fazer?
- Qual foi a recomendação dada pela mãe dela?
- Quem Chapeuzinho encontrou pelo caminho?
- O que o lobo mau fez depois que encontrou Chapeuzinho Vermelho?
- Como terminou a história?
* Jogo: Corrida até a casa da vovó na trilha, disputada pelo grupo da Chapeuzinho contra o grupo do Lobo Mau.
Avaliação:
Que tipo de texto é este?
Avaliação:
Que tipo de texto é este?
O que se pretende com este texto?
O que deve ter neste tipo de texto?
Este texto foi endereçado a quem?
quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
Fábula: O carvalho e o caniço
Livro: Fábulas de Esopo
Autora: Ruth Rocha
Ilustrações: Jean-Claude R Alphen
Editora: Salamandra
Editora: Salamandra
Obs: A imagem acima foi feita por mim no Photoshop, utilizando o texto do livro e imagem pesquisada no Google. As ilustrações do livro são diferentes.
quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
Fábula: O burro e o leão
Livro: Fábulas de Esopo
Autora: Ruth Rocha
Ilustrações: Jean-Claude R Alphen
Editora: Salamandra
Obs:
A imagem acima foi feita por mim no Photoshop, utilizando o texto do
livro e imagens pesquisadas no Google. As ilustrações do livro são
diferentes.
Editora: Salamandra
segunda-feira, 21 de janeiro de 2013
Como contar histórias
As técnicas de contar histórias se mesclam com as qualidades
necessárias ao contador ou narrador. Podemos citar, apenas enumerando,
as que mais se destacam:
- verificar o local, horário e as acomodações;
- conhecer o público a que se destina e ter o dom de encantar e dominar o auditório;
- conhecer o enredo com absoluta segurança;
- narrar com naturalidade, sem afetação, com voz clara e expressão viva;
- enfatizar os pontos emocionantes da história através das variações de tonalidades de voz e pausas oportunas;
- sentir/viver a história, emocionando-se com a própria narrativa;
- não romper o fluxo da narrativa com conselhos e explicações;
- não perder o fio da meada quando estiver fazendo uso do livro ou outro elemento ilustrativo;
- tirar partido de pequenos incidentes, sem interromper a história;
- evitar tiques e cacoetes;
- tratar o ouvinte com simpatia e camaradagem, sem adotar um ouvinte predileto;
- não demonstrar irritação com a presença de ouvintes desinteressados ou irrequietos;
- chegar aos desfecho sem apontar a moral ou aplicar lições;
- estar aberto para comentários após a narrativa.
Contar histórias é saber criar um ambiente de encantamento, suspense, surpresa e emoção, onde enredo e personagens ganham vida, transformando tanto narrador como ouvinte. Deve impregnar todos os sentidos, tocando o coração e enriquecendo a leitura do mundo na trajetória de cada um.
Onde a história deve ser contada?
- verificar o local, horário e as acomodações;
- conhecer o público a que se destina e ter o dom de encantar e dominar o auditório;
- conhecer o enredo com absoluta segurança;
- narrar com naturalidade, sem afetação, com voz clara e expressão viva;
- enfatizar os pontos emocionantes da história através das variações de tonalidades de voz e pausas oportunas;
- sentir/viver a história, emocionando-se com a própria narrativa;
- não romper o fluxo da narrativa com conselhos e explicações;
- não perder o fio da meada quando estiver fazendo uso do livro ou outro elemento ilustrativo;
- tirar partido de pequenos incidentes, sem interromper a história;
- evitar tiques e cacoetes;
- tratar o ouvinte com simpatia e camaradagem, sem adotar um ouvinte predileto;
- não demonstrar irritação com a presença de ouvintes desinteressados ou irrequietos;
- chegar aos desfecho sem apontar a moral ou aplicar lições;
- estar aberto para comentários após a narrativa.
Contar histórias é saber criar um ambiente de encantamento, suspense, surpresa e emoção, onde enredo e personagens ganham vida, transformando tanto narrador como ouvinte. Deve impregnar todos os sentidos, tocando o coração e enriquecendo a leitura do mundo na trajetória de cada um.
Onde a história deve ser contada?
Como a literatura infantil é muito associada à missão pedagógica do livro e da leitura, o primeiro lugar que nos ocorre para que a narração se realize é a escola. E, indiscutivelmente, é o lugar onde ela mais encontra aplicabilidade.
No entanto, temos acompanhado com alegria, a frequência e diversidade de locais em que a história contada ou lida tem estado presente. Nos hospitais, como lenitivo para as crianças enfermas, nos postos de saúde, nas Bibliotecas, nas praças, em casa, em eventos especiais e muitos outros.
Independentemente do local, os ouvintes devem estar bem acomodados, em círculo ou colunas, sentados no chão, em tapetes ou almofadas, livres de outros barulhos, em ambiente com conforto térmico, em horário adequado e outros cuidados desse tipo. Contar histórias para crianças cansadas, com fome, com vontade de ir ao banheiro não é nada gratificante!
Quanto tempo deve durar?
A duração da narrativa também deve ser adequada: 5 a 10 minutos para as crianças menores, 15 a 20 minutos para as maiores. A repetição da mesma história, se solicitada, deve ser sempre atendida. Outra história não deve ser iniciada sem intervalo. Uma conversa preparatória, motivando para a nova vivência é muito desejável.
A Mediação de Leitura
É comum o contador de histórias se sentir inibido ou despreparado, por não possuir todas as aptidões ideais para narrar satisfatoriamente uma fábula, história ou poesia.
A mediação de leitura, outra modalidade de incentivo ao hábito de ler, transforma a atividade de leitura em rotina, sem exigir do mediador grandes habilidades artísticas. Qualquer pessoa que saiba ler adequadamente e que goste de trabalhar com literatura e pessoas (crianças e adultos), pode e deve participar dessa experiência.
Créditos:
LER É PRAZER: os projetos de incentivo à leitura da Biblioteca Comunitária da UFSCar
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
domingo, 7 de outubro de 2012
quinta-feira, 30 de agosto de 2012
sábado, 30 de junho de 2012
quarta-feira, 6 de junho de 2012
Mais uma semana mágica na Sala de Leitura.
Poema "Terezinha de Jesus" do livro na corda bamba, de Hardy Guedes Alcoforado Filho.
É claro que a cantiga não poderia ficar de fora!
sábado, 2 de junho de 2012
sexta-feira, 25 de maio de 2012
domingo, 20 de maio de 2012
sexta-feira, 20 de abril de 2012
sábado, 14 de abril de 2012
O mágico de Oz
História contada através de palitoches em cenário feito com material reutilizado.
Quem contou foi a Bruxa Boa do Sul:
quinta-feira, 5 de abril de 2012
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