Organização da sala / Vídeo com fotos da turma
sexta-feira, 5 de abril de 2013
Roda de Leitura
segunda-feira, 1 de abril de 2013
Dona Baratinha
Gênero Textual: Conto
Atividades:
Material para a contação da história dentro da caixa
Ciranda com cantigas sobre barata
Contação da história
Sequência narrativa
Reconto dos alunos
sexta-feira, 29 de março de 2013
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quinta-feira, 28 de março de 2013
Meu domingo preparando material para contar a história "Dona Baratinha"
Peguei no batente às 15 horas da tarde de domingo.
Desenhando os personagens em 1/4 de folha A4 para pintar e colar em papel firme(cartolina ou cartãozinho):
Horas depois, o sol já tinha sumido(como nota-se na janela):
Mesa cheia: Máscaras feitas de de papel A4 colado no papelão para serem colados no palito grande, desenhos dos personagens pintados(quer dizer, eu terminando de pintar), canetinhas, giz de cera, prendedor de cabelo, cola e até o meu pequeno príncipe...
Depois de tantas horas na cadeira, já estava cansada da mesma posição, então já fui me jogando no chão, para transformar uma tampa de caixa grande de papelão em casa da dona Baratinha(encapada com papel pardo, grama de EVA, detalhe de tijolinho feito com giz de cera):
Casinha pronta: Atrás, a própria caixa encaixa na tampa, deixando-a firme. Dentro da caixa, ficam os fantoches, as máscaras e o restante do material a ser usado na aula. O telhado da casinha é solto. Depois de usar é só guardar tudo na caixa e fechar a tampa!
Materiais para contar a história dentro da caixa
Painel para trabalhar a sequência da entrada dos personagens na história
Neste dia, o meu trabalho terminou às três e pouca da madrugada...
Só tendo muita paciência!
Só tendo muita paciência!
Rsrsrsrs
sábado, 23 de março de 2013
A Loja da Dona Raposa
Autor: Hardy Guedes
Ilustrações: Mariângela Haddad
Ed.: Scipione
Ed.: Scipione
Atividades:
Ciranda com a música "Livros" de Zé Zuca

Leitura do livro
Trabalho com letra inicial e final:
1-Lista dos nomes dos animais que apareceram na história
2- Sorteio de cartões de animais, para dizer qual é a letra inicial e final e, por fim, imitar o bicho sorteado
Ciranda das imitações
quarta-feira, 20 de março de 2013
sexta-feira, 15 de março de 2013
O cágado e a festa no céu
Livro: Histórias de Tia Nastácia
Autor:Monteiro Lobato
Ilustrações: Cláudio Martins
Ed.:
Globo
Atividades:
Baú mágico
Caixa temática do Sítio do Picapau Amarelo com os personagens.
Contação de História
Pintura de ilustração
segunda-feira, 11 de março de 2013
Fazendo arte...
Tem coisa mais gostosa nessa vida do que fazer coisas bonitas?
Seja arte manual, arte culinária, arte, arte, ARTE!!!
O legal colocar para fora as coisas boas que existem dentro de si.
Ame tudo aquilo que você faz, então terás um coração mais satisfeito ao ver os resultados.
Quem planta uma boa semente, colhe um bom fruto.
sábado, 9 de março de 2013
sexta-feira, 8 de março de 2013
Livro: O pescador, o anel e o rei
Ilustrações: Denise Rochael
Editora: Lê
Atividades:
Primeiro foram tirados do baú os seguintes objetos para que eles descobrissem o nome da história: chapéu, rede, anel, coroa.
Primeiro foram tirados do baú os seguintes objetos para que eles descobrissem o nome da história: chapéu, rede, anel, coroa.
Preparando a turma com a rede para eles movimentarem-na na hora da cantiga:
Contação da história:
Pescaria adaptada:
Equipe vencedora:
Parte da história que eles mais gostaram:
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
Livro: Eu não vou sair daqui!
Ilustrações: Ben Cort
Editora: Ciranda Cultural
Atividades:
Contação da história:
Sequência narrativa:
Desenho do que a criança
imaginou, antes de saber o final da história, ser o que estava
causando tanto medo em todos os personagens do livro:
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013
quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
Chapeuzinho Vermelho
Conto Clássico(Adaptação): Chapeuzinho Vermelho
Atividades desenvolvidas:
* Música “Chapeuzinho Vermelho pela estrada”-Braguinha.
* Contação da história
* Interpretação textual através do jogo "Corrida até a casa da Vovó", com perguntas pertinentes ao texto.
Algumas perguntas do jogo:
- Quais são os personagens da história?
- Por que Chapeuzinho Vermelho recebeu esse nome?
- O que a mãe de Chapeuzinho Vermelho pediu para ela fazer?
- Qual foi a recomendação dada pela mãe dela?
- Quem Chapeuzinho encontrou pelo caminho?
- O que o lobo mau fez depois que encontrou Chapeuzinho Vermelho?
- Como terminou a história?
* Jogo: Corrida até a casa da vovó na trilha, disputada pelo grupo da Chapeuzinho contra o grupo do Lobo Mau.
Avaliação:
Que tipo de texto é este?
Avaliação:
Que tipo de texto é este?
O que se pretende com este texto?
O que deve ter neste tipo de texto?
Este texto foi endereçado a quem?
quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
Fábula: O carvalho e o caniço
Livro: Fábulas de Esopo
Autora: Ruth Rocha
Ilustrações: Jean-Claude R Alphen
Editora: Salamandra
Editora: Salamandra
Obs: A imagem acima foi feita por mim no Photoshop, utilizando o texto do livro e imagem pesquisada no Google. As ilustrações do livro são diferentes.
quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
Fábula: O burro e o leão
Livro: Fábulas de Esopo
Autora: Ruth Rocha
Ilustrações: Jean-Claude R Alphen
Editora: Salamandra
Obs:
A imagem acima foi feita por mim no Photoshop, utilizando o texto do
livro e imagens pesquisadas no Google. As ilustrações do livro são
diferentes.
Editora: Salamandra
segunda-feira, 21 de janeiro de 2013
Como contar histórias
As técnicas de contar histórias se mesclam com as qualidades
necessárias ao contador ou narrador. Podemos citar, apenas enumerando,
as que mais se destacam:
- verificar o local, horário e as acomodações;
- conhecer o público a que se destina e ter o dom de encantar e dominar o auditório;
- conhecer o enredo com absoluta segurança;
- narrar com naturalidade, sem afetação, com voz clara e expressão viva;
- enfatizar os pontos emocionantes da história através das variações de tonalidades de voz e pausas oportunas;
- sentir/viver a história, emocionando-se com a própria narrativa;
- não romper o fluxo da narrativa com conselhos e explicações;
- não perder o fio da meada quando estiver fazendo uso do livro ou outro elemento ilustrativo;
- tirar partido de pequenos incidentes, sem interromper a história;
- evitar tiques e cacoetes;
- tratar o ouvinte com simpatia e camaradagem, sem adotar um ouvinte predileto;
- não demonstrar irritação com a presença de ouvintes desinteressados ou irrequietos;
- chegar aos desfecho sem apontar a moral ou aplicar lições;
- estar aberto para comentários após a narrativa.
Contar histórias é saber criar um ambiente de encantamento, suspense, surpresa e emoção, onde enredo e personagens ganham vida, transformando tanto narrador como ouvinte. Deve impregnar todos os sentidos, tocando o coração e enriquecendo a leitura do mundo na trajetória de cada um.
Onde a história deve ser contada?
- verificar o local, horário e as acomodações;
- conhecer o público a que se destina e ter o dom de encantar e dominar o auditório;
- conhecer o enredo com absoluta segurança;
- narrar com naturalidade, sem afetação, com voz clara e expressão viva;
- enfatizar os pontos emocionantes da história através das variações de tonalidades de voz e pausas oportunas;
- sentir/viver a história, emocionando-se com a própria narrativa;
- não romper o fluxo da narrativa com conselhos e explicações;
- não perder o fio da meada quando estiver fazendo uso do livro ou outro elemento ilustrativo;
- tirar partido de pequenos incidentes, sem interromper a história;
- evitar tiques e cacoetes;
- tratar o ouvinte com simpatia e camaradagem, sem adotar um ouvinte predileto;
- não demonstrar irritação com a presença de ouvintes desinteressados ou irrequietos;
- chegar aos desfecho sem apontar a moral ou aplicar lições;
- estar aberto para comentários após a narrativa.
Contar histórias é saber criar um ambiente de encantamento, suspense, surpresa e emoção, onde enredo e personagens ganham vida, transformando tanto narrador como ouvinte. Deve impregnar todos os sentidos, tocando o coração e enriquecendo a leitura do mundo na trajetória de cada um.
Onde a história deve ser contada?
Como a literatura infantil é muito associada à missão pedagógica do livro e da leitura, o primeiro lugar que nos ocorre para que a narração se realize é a escola. E, indiscutivelmente, é o lugar onde ela mais encontra aplicabilidade.
No entanto, temos acompanhado com alegria, a frequência e diversidade de locais em que a história contada ou lida tem estado presente. Nos hospitais, como lenitivo para as crianças enfermas, nos postos de saúde, nas Bibliotecas, nas praças, em casa, em eventos especiais e muitos outros.
Independentemente do local, os ouvintes devem estar bem acomodados, em círculo ou colunas, sentados no chão, em tapetes ou almofadas, livres de outros barulhos, em ambiente com conforto térmico, em horário adequado e outros cuidados desse tipo. Contar histórias para crianças cansadas, com fome, com vontade de ir ao banheiro não é nada gratificante!
Quanto tempo deve durar?
A duração da narrativa também deve ser adequada: 5 a 10 minutos para as crianças menores, 15 a 20 minutos para as maiores. A repetição da mesma história, se solicitada, deve ser sempre atendida. Outra história não deve ser iniciada sem intervalo. Uma conversa preparatória, motivando para a nova vivência é muito desejável.
A Mediação de Leitura
É comum o contador de histórias se sentir inibido ou despreparado, por não possuir todas as aptidões ideais para narrar satisfatoriamente uma fábula, história ou poesia.
A mediação de leitura, outra modalidade de incentivo ao hábito de ler, transforma a atividade de leitura em rotina, sem exigir do mediador grandes habilidades artísticas. Qualquer pessoa que saiba ler adequadamente e que goste de trabalhar com literatura e pessoas (crianças e adultos), pode e deve participar dessa experiência.
Créditos:
LER É PRAZER: os projetos de incentivo à leitura da Biblioteca Comunitária da UFSCar
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